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TGI's | 
Bosque - Unidade São Paulo
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 A relação entre dimensões da orientação empreendedora e o clima organizacional: Um estudo do caso do segmento de varejo
| Autores
| Ana Paula Pereira Barbosa
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| Rogério Oliveira Conceição
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| Rosângela Eiroz
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| Rosa Maria Cândido
| Orientador
| Prof. MS. Walter Bataglia
| Data: 1° semestre 2003
Resumo:
Apresentamos neste trabalho, os aspectos fundamentais do clima organizacional e do comportamento empreendedor dos gestores, com base em estudos formulados por pesquisadores e cientistas do comportamento humano. Buscamos analisar dados, que nos auxiliasse na compreensão do comportamento empreendedor dos gestores e a sua influência no clima organizacional. Através da pesquisa de campo, levantamos dados sobre a relação entre o clima organizacional e a orientação empreendedora, em específico no que se refere às dimensões de “propensão ao risco” e a “capacidade inovadora”. A metodologia utilizada foi o estudo de caso. Nossa pesquisa de campo foi realizada em uma empresa do segmento de varejo, no caso a Lojas Americanas S/A, em sua filial na cidade de Barueri, no Centro de Distribuição São Paulo. Concluiu-se que as dimensões estudadas da orientação empreendedora influenciam o clima organizacional
Palavras Chaves: Clima Organizacional e orientação empreendedora
| | O comportamento empreendedor e seu impacto no desempenho das exportações de software no Brasil
| Autores
| Armando Stipe Ferreira
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| Denise Assis Amorim Gomes
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| Eder Kleim Gourlart
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| Fábio de Souza Rodrigues da Silva
| Orientador TGI I
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| Orientador TGI II
| Profª. Zilda Mendes
| Data: 2° semestre 2003
Resumo:
O presente trabalho tem por objetivo analisar as dificuldades encontradas pelas empresas produtoras softwares no Brasil na exportação de seus produtos. O Brasil possui excelentes profissionais nesta área e uma mão-de-obra totalmente qualificada no segmento de softwares. No entanto, devido a alguns problemas que serão analisados no decorrer deste estudo, como a falta de empreendedorismo e de incentivo do governo, o Brasil não aproveita a oportunidade de alavancar nas exportações neste setor. A Índia, um dos países que mais exportam softwares no mundo, apesar de todas as dificuldades comuns a países em desenvolvimento, se empenhou drasticamente em criar uma ótima reputação para seus produtos. O Brasil necessita desenvolver um plano similar, criando uma reputação mundial desta magnitude, para tornar-se sinônimo de alta qualidade neste mercado.
Palavra-chave: softwares, empreendedorismo, exportação
| | Empreendedorismo: Um estudo sobre as relações entre a autorealização do empreendedor e a consolidação do empreendimento
| Autores
| Carlos Soares de Carvalho
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| Jéssica de Oliveira Daros
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| Lilia Ferreira Resende
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| Renata Bizzarri
| Orientador TGI I
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| Orientador TGI II
| Prof. Mauricio Henrique Benedetti
| Data: 1° semestre 2004
Resumo:
O presente trabalho procura mostrar o estudo sobre as relações entre a auto-realização do empreendedor e a consolidação do empreendimento. O comportamento empreendedor tem forte participação no desenvolvimento econômico e social do país onde se encontra, impulsionando a inovação o progresso. O crescente interesse pelo tema empreendedorismo, deve-se ao fato destas mesmas empresas terem relevância para a sociedade, pois, no Brasil, a pequena empresa tem sido vista como a solução para aqueles que sonham em deixar de serem desempregados, ou mesmo de serem empregados e se tornarem donos do seu próprio negócio, sendo assim, esta situação acaba por contribuir diretamente para o crescimento econômico e para a geração de emprego e renda, ou seja, para o desenvolvimento econômico sustentável do país. Procurou-se trazer à tona, as características comportamentais e conhecimentos específicos dos empreendedores, buscando também conhecer a percepção dos mesmos sobre auto-realização proporcionada pela consolidação do empreendimento. No presente estudo, foi questionado se o empreendedor satisfaz sua necessidade de auto-realização ao consolidar seu empreendimento, tendo como hipótese estabelecida que os empreendedores alcançam a autorealização por meio do próprio empreendimento. Para que isso fosse adequadamente estudado, foi adotada a pesquisa descritiva utilizando o método quantitativo. A população tratada nesse trabalho foi composta por empreendedores responsáveis pela administração do seu empreendimento, localizados no município de Barueri, estado de São Paulo, constituindo assim, uma amostra não-probabilística obedecendo a um critério de seleção intencional. Elaborou-se um questionário composto por questões fechadas a partir do referencial teórico, que foi aplicado inicialmente a uma amostra de empreendedores (estudantes da Faculdade de Ciências Econômicas, Contábeis e Administrativas do campus Tamboré) como pré-teste, para que os ajustes necessários fossem feitos. O questionário final foi respondido por cinqüenta e dois empreendedores, e os dados foram tratados utilizando a estatística descritiva simples. Os resultados revelaram que os empreendedores da região de Barueri que compuseram a amostra criaram seu negócio por oportunidade, contrariando outros estudos publicados que indicam o desemprego como o principal motivador. Observaram-se ainda certas características marcantes relacionadas com a forma que estes empreendedores conduziram a concepção de seus negócios, bem como, a dedicação e empenhos empregados, além do desejo de realizar. Por fim acredita-se que a consolidação do negócio está associada ao perfil e o processo empreendedor, que com o conjunto de características satisfazem sua necessidade de autorealização. Acredita-se que embora as necessidades extrínsecas sejam importantes, os empreendedores que são capazes de priorizar suas necessidades intrínsecas, além de promover a inovação, planejarem o negócio, trabalhar em equipe e ter visão de longo prazo, aproximam-se mais de sua auto-realização ao consolidar seu negócio.
Palavras-chave: empreendedorismo, auto-realização, consolidação do empreendimento
| | Formação do perfil empreendedor dos alunos de administração e comércio exterior da Universidade Presbiteriana Mackenzie
| Autores:
| Julio Peres Roselli
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| Kellen Cristina Silvério
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| Marcos Marino Porto
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| Renata Marchi
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| Vitor Guimarães Cayuela
| Orientador TGI II
| Profª. Ms. Sheila Madrid Saad
| Data: 1° semestre 2004.
Resumo:
Mais de 98% das empresas brasileiras são de micro e pequeno porte, e percebe-se que o número de empreendimentos formais e informais tem crescido a cada ano, apesar das barreiras com que se deparam aqueles que ingressam no mundo dos negócios, como baixo crescimento da economia, elevada carga tributária e altas taxas de juros, tornando o crédito escasso e caro. Diante de tal realidade, o objetivo desse estudo foi avaliar se os alunos dos cursos de Administração de Empresas e Comércio Exterior da Universidade Presbiteriana Mackenzie desenvolveram ao final do curso o perfil empreendedor, reunindo assim todas as qualificações necessárias para a concretização de novos empreendimentos. Para tanto, utilizou-se o método de análise quantitativo-descritiva, para o qual foi aplicado um questionário aos alunos do oitavo semestre dos cursos em epígrafe. Buscou-se então identificar as características que compõem o perfil dos empreendedores junto aos pontos de vista dos autores e o perfil desejado pela Faculdade de Ciências Econômicas, Contábeis e Administrativas. Esse estudo também buscou identificar os conceitos de empreendedorismo, de perfil empreendedor, bem como a sua formação. Ao final, concluiu-se que os alunos dos cursos de Administração de Empresas e Comércio Exterior da Universidade Presbiteriana Mackenzie desenvolveram apenas algumas das características para o perfil empreendedor, necessitando portanto, em sua grande maioria, do incremento das demais características relevantes para um desenvolvimento pleno deste perfil.
Palavras-Chave: empreendedorismo, empreendedor, perfil empreendedor.
| | A experiência dos empreendedores na conquista de mercados no exterior
| Autores
| Eduardo Cícero de Sá
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| Flávia Petri
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| Frediano Augusto Pinotti
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| José Roberto de Almeida Parnagua
| Orientador TGI I
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| Orientador TGI II
| Prof. Edgard José Carbonell Menezes
| Data: 1° semestre 2004
Resumo:
O Brasil é considerado um dos países que apresentam maior taxa de empreendedorismo, segundo o índice que mede tal atividade. O presente trabalho descreve a experiência dos empreendedores na conquista de mercados no exterior e relata quais foram as motivações para exportar, as fontes de informação, as dificuldades encontradas, as estratégias utilizadas, os canais de divulgação, a comparação com o mercado interno, as recomendações, sugestões e perspectivas dos empreendedores quanto às exportações a curto e a longo prazo. Para o levantamento das informações foram realizadas entrevistas através de questionários com questões abertas, enviados via fax ou e-mail para empreendedores de diversos segmentos que exportam seus produtos ou serviços. A análise dos dados foi feita pela técnica de análise de conteúdo categórica.
Palavras-chave: Administração de Empresas, Comércio Exterior, Empreendedorismo.
| | A influência do desemprego no empreendedorismo do brasileiro
| Autores
| Cristiano Konopka
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| Leonardo de Moraes Soares
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| Régis Cardeal de Medeiros
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| Tiago Francisco Calvente
| Orientador TGI I
| Prof. MS. Clóvis Cerretto Pinto
| Orientador TGI II
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| Data: 1° semestre 2004
Resumo:
O presente trabalho tem como objetivo investigar a influência do desemprego no empreendedorismo do brasileiro, bem como, mostrar alguns fatores que agem como motivadores na atitude de empreender. Dentro do cenário econômico atual de globalização e alta competitividade, a atividade empreendedora tem se mostrado como uma das mais importantes forças impulsionadoras e estimuladoras de mudanças econômicas e sociais. Segundo informações do relatório GEM 2002, estima-se, em todo o mundo, que cerca de 460 milhões de pessoas estão envolvidas com o empreendedorismo. O mesmo relatório destaca, por um lado, o Brasil como um dos países com maior número de empreendedores no mundo (7º lugar em 2002 e 1º lugar em 2000) e, por outro lado, que a sustentabilidade destes empreendimentos, apresenta-se frágil na medida em que mais de 70% das empresas fecham antes de completar os primeiros cinco anos de existência. Este alto grau de mortalidade representa um enorme desperdício de capital e energia de trabalho de nossos empreendedores. Sendo assim, na presente pesquisa questionou-se a existência da relação entre o desemprego e o empreendedorismo. A pesquisa foi de natureza exploratória e utilizou-se o método qualitativo. Como instrumento de coleta de dados, elegeu-se a entrevista e os dados foram tratados por meio de análise de conteúdo. Os respondentes foram escolhidos por serem empreendedores que iniciaram seus empreendimentos a partir de uma situação de desemprego. Depreendeu-se com os resultados da pesquisa que o desemprego somado a um conjunto de outros fatores exerce uma influência considerável no empreendedorismo do brasileiro.
Palavras-chave: empreendedorismo, desemprego, empreendedor, empreendedorismo por necessidades.
| | Empreendedorismo no terceiro setor: Uma análise da cultura organizacional da AACD
| Autores
| Camila Sowmy
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| Matheus Luiz A. G. dos Santos
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| Natalicio de Oliveira Costa
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| Nicholas Augusto Ferreira Gomes
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| Priscila Blanco Cardoso
| Orientador TGI I
| Prof. Ms. Claudio Moraes
| Orientador TGI II
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| Data: 2° semestre 2004
Resumo:
Um empreendedor tem iniciativa para criar um novo negócio e paixão pelo que faz, sabe utilizar os recursos disponíveis de forma criativa transformando o ambiente social e econômico onde vive, aceita assumir os riscos e a possibilidade de fracassar. Para ser um empreendedor do 3º setor este deve ter outras características a mais por trabalhar com o voluntariado, sem o âmbito empresarial de gerar lucro. Seu objetivo é obter recursos financeiros e humanos e organizá-los para o cumprimento dos objetivos sociais da Organização Não-Governamental ou Fundação onde atua.
A cultura organizacional, por sua vez, pode ser definida como um modo de vida, um sistema de crenças, ideais e valores, uma forma de interação e relacionamento da organização. Dr. Renato da Costa Bonfim foi um empreendedor do Terceiro Setor, fundou a AACD (Associação de Assistência à Criança Deficiente) em 1950, uma instituição filantrópica especializada no tratamento de pessoas portadoras de deficiência física mantendo um amplo serviço de assistência médica, pedagógica e social, promovendo a reabilitação e reintegração social dessas pessoas.
Neste trabalho verificou-se as influências dos valores do fundador na gestão e na formação da cultura organizacional da AACD.
Palavras-chave: Empreendedor do Terceiro Setor, Cultura Organizacional, Gestão.
| | O contador empreendedor
| Autores
| Ana Paula Pereira Rabelo
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| Elaine Shiota
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| Joana Gonçalves de Oliveira
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| Yara Regina Cabral e Silva
| Orientador
| Prof. Henrique Formigoni
| Data: 2° semestre 2004
Resumo:
O objetivo deste trabalho foi estudar a correlação entre o contador empreendedor e o empreendedorismo na empresa. A variável independente pelo Nível de Engajamento do Contador com a Entidade e a variável dependente está representada pelo Nível de Estimulação de Empreendedorismo na Entidade. O estudo foi motivado pela mudança exigida pelo mercado de trabalho nos últimos anos, conseqüentemente promovendo uma revisão do perfil do profissional contábil. A investigação foi do tipo descritiva e levada a efeito em uma amostra aleatória e conveniente, contendo 91 gestores das micro e pequenas empresas do município de São Paulo, entendendo-se como gestor o proprietário, o gerente ou o sócio das empresas pesquisadas. O método utilizado foi o quantitativo, sendo o nível de significância fixado para as inferências de 5%. Os resultados demonstraram correlação negativa entre o engajamento do contador e o empreendedorismo da entidade.
Palavras-chave: Contador, Empreendedorismo, Contador Empreendedor.
| | Comparação entre os perfis do empreendedor e do administrador na gestão de franquias de dois ramos de negócio na grande São Paulo
| Autores
| Caio Tolezano
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| Daniele Thomaz
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| Mariana Gollo
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| Raul Felix
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| Ricardo Jorge
| Orientador TGI I
| Profª. Laura Menegon Zacarelli
| Orientador TGI II
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| Data: 2° semestre 2004
Resumo:
O presente trabalho tem como objetivo caracterizar os perfis dos gestores de franquia nos ramos de negócio de fast-food e de lan house na Grande São Paulo, identificando-os como administradores ou empreendedores. Essa indagação surge do fato de que estes apresentam características empreendedoras, a ponto de preferirem gerir um negócio a trabalharem sob supervisão de outros; entretanto, não a ponto de se arriscar a abrir um negócio próprio, preferindo administrar uma empresa com um sistema já formatado e com uma marca já conhecida no mercado. Uma pesquisa feita pelo SEBRAE demonstra que 62% dos negócios próprios fecharam nos últimos três anos contra 3% das franquias que fecharam, o que comprova que o sistema de franquia apresenta uma opção mais segura para as pessoas que procuram abrir seu negócio. Para atingir os objetivos, foi empreendida pesquisa de campo contendo cinco entrevistas com os franqueados de cada um dos dois ramos de negócio estudados. Baseando-se nos dados coletados em campo, chegou-se à conclusão de que os gestores de franquia apresentam um perfil de administrador, conforme a teoria estudada na primeira parte de desenvolvimento do trabalho.
Palavras-chave: franqueados, empreendedor, administrador.
| | Cultura organizacional e empreendedorismo: Influências e ações na organização
| Autores
| Denise Borgato Malagoli
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| Maíra Shinyashiki Donola
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| Thaís Felicíssimo Matos
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| Thaís Nakamura
| Orientador TGI I
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| Profª. Ms. André Castilho Ferreira da Costa
| Data: 2° semestre 2004.
Resumo:
O estudo da Cultura Organizacional é utilizada para proporcionar uma abordagem cultural de
uma organização com foco no aspecto interno e relacional das organizações. O Empreendedorismo exerce um papel fundamental na economia, pois é considerado uma
alternativa para a carência da população, a qual aliada à elevação do desemprego e da
precarização do trabalho impõem a necessidade das pessoas buscarem alternativas, gerando mais oportunidades de negócio; outra importância é a necessidade de sobrevivência financeira pois muitas empresas nascem destas necessidades e não duram mais do que um ano. Este trabalho teve como objetivo identificar como os valores dos fundadores influenciaram e influenciam na cultura organizacional e na ação empreendedora das empresas. O estudo analisou através de entrevistas em profundidade, funcionários e fundadores de duas empresas na área da saúde. A pesquisa foi conduzida de forma qualitativa e com roteiro semi-estruturado. Todas as entrevistas foram gravadas, lidas e observadas com o objetivo de fazer uma análise dos valores percebidos dos funcionários em relação aos valores dos fundadores. E no decorrer da análise, interseccionou-se as respostas dos entrevistados e o referencial teórico. Portanto, tendo como base as entrevistas e o marco teórico pré-definido, conclui-se que existe uma grande influência em aspectos como a ética, liberdade de atuação, motivação, bem-estar, companheirismo e parceria, sendo de fundamental importância a presença dos fundadores em todas as ações empreendedoras da organização.
Palavras chave: cultura organizacional, empreendedorismo e ciclos de vida.
| | Fatores de sucesso dos empreendedores: Comparação entre a percepção dos gestores e dos formandos da Universidade Presbiteriana Mackenzie
| Autores
| Adriana Maria Marques Lima
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| Danilo Henrique Zanutto
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| Francisco Damo Dedecca
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| Francisco Eduardo Clemente Pinto Filho
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| Marcelo Moreira Bella
| Orientador
| Prof. Gilberto Perez
| Data: 1° semestre 2005
Resumo:
A proposta deste trabalho foi verificar e comparar as percepções de 2 grupos distintos de pessoas sobre os fatores e características que se acredita serem fundamentais para um empreendedor obter sucesso em sua jornada profissional. O primeiro grupo analisado foi composto por estudantes do último semestre dos cursos de Administração de empresas, Administração com ênfase em Comércio Exterior, Engenharia e Sistemas de Informação da Universidade Presbiteriana Mackenzie e o outro constituído por executivos.
O tipo de pesquisa realizada foi do tipo descritiva e exploratória, adotando-se o método quantitativo. O instrumento utilizado para coleta dos dados foi um questionário elaborado pelo próprio grupo e aplicado por meio de entrevista eletrônica e pessoal. Para a realização da tabulação e análise dos dados respondidos pelos entrevistados, foram utilizadas essencialmente as ferramentas Microsoft Excel e Active Server Page, por meio da qual foi criada uma página na Internet (que pode ser acessada através do link: www.dmts.com.br/mackenzie/tgi) onde podem ser feitos diversos tipos de “filtros” para obtenção dos resultados de todas as questões apresentadas no questionário.
Concluído este estudo, pôde-se observar que os grupos entrevistados possuem um bom entendimento do tema principal abordado (empreendedorismo) e apresentam percepções similares com relação aos fatores de sucesso de um empreendedor. Observou-se também que é possível que alguns itens como o tempo de experiência profissional e o curso de graduação entre os estudantes influenciem na percepção destes fatores. Além disso, pôde-se observar que a maioria dos entrevistados julga importante o ensino do empreendedorismo nas universidades, mesmo tendo apontado que as características mais importantes para o sucesso de um empreendedor são inerentes ao ser humano.
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A contribuição da Empresa Júnior Mackenzie no desenvolvimento das competências empreendedoras dos seus associados.
Diego Dias Silva
Marcelo Augusto F. Andrade
Rafael Luiz Sorrente
Orientadora: Profa. Ms. Fátima Guardani
Jun 2005
Resumo
Atualmente, conforme dados da FEJESP (Federação das Empresas Juniores do Estado de São Paulo), existem cerca de 23.000 alunos associados de empresas juniores no Brasil, espalhados por 14 estados e em aproximadamente 600 empresas juniores. Esses alunos dedicam parte de seu tempo para complementar a formação acadêmica, trabalhando em uma instituição que proporciona a oportunidade de colocar em prática o que aprendem nas salas de aula.
As empresas juniores são associações civis, sem fins lucrativos, constituídas e geridas exclusivamente por estudantes de graduação das universidades onde se inserem, tendo como principal objetivo proporcionar aos associados a oportunidade de aplicar e aprimorar os conhecimentos teóricos adquiridos durante o curso.
Este trabalho tem como finalidade entender como a Empresa Júnior Mackenzie tem contribuído para o desenvolvimento dos seus integrantes, no sentido de proporcionar-lhes o aperfeiçoamento das competências necessárias para a criação de um empreendimento no mercado. Utilizou-se como referência a Empresa Júnior da Faculdade de Ciências Econômicas, Contábeis e Administrativas, da Universidade Presbiteriana Mackenzie, sendo que foram aplicados questionários a alguns de seus membros associados, no sentido de entender como percebem a contribuição da Empresa no desenvolvimento de suas competências empreendedoras.
Palavras–chave: Empresa Júnior Mackenzie, Desenvolvimento Profissional e Competências Empreededoras.
A relação entre gestão empreendedora e o desempenho das empresas no comércio varejista de vestuário feminino em Barueri
André R. Lugue
Ewerton O. Amorim
Janilson L. Barros
Orientador: Prof. Ms. Alexandre Nabil
Jun 2005
Resumo
Nas ultimas duas décadas percebe-se um crescente interesse sobre o tema empreendedorismo, não somente por parte de estudiosos e pesquisadores, mas também por líderes e gestores de pequenas e médias empresas. Este trabalho busca identificar respostas que ajudem na compreensão da relação entre a gestão empreendedora e o aumento no desempenho das empresas de vestuário feminino do município de Barueri. Os objetivos específicos resumem-se em: levantar literatura sobre gestão empreendedora e identificar variáveis que a caracterizam; Verificar as características e o perfil do empreendedor do comercio varejista de vestuário feminino em Barueri; Avaliar o desmpenho das empresas deste segmento e identificar os fatores de sucesso das empresas bem sucedidas. A metodologia utilizada inicia-se pela pesquisa bibliográfica de diversos conceitos de autores de renome na linha de pesquisa escolhida pelo grupo. Após o embasamento teórico estar completo, iniciou-se a elaboração cuidadosa de questões capazes de medir o grau de empreendedorismo de cada empresário pesquisado no município de Barueri. Então foi realizado um pré-teste do questionário seguido por um levantamento do universo pesquisado. O questionário foi ajustado e aplicado a alguns gestores em seu próprio local de trabalho. As respostas foram lançadas no Microsoft Excel e posteriormente no programa SPSS. O resultado da pesquisa comprovou que realmente existe uma forte relação entre a gestão empreendedora e o desempenho das empresas de vestuário feminino do mujnicipio de Barueri.
Capital de risco e empreendedorismo no Brasil Benefícios Financeiros proporcionados ao Empreendedor por esta Parceria
Carla Regina Souza de Oliveira
Luciana Aparecida Rodrigues Alves
Natan Anaf
Raphael Rodrigues
Orientador: Prof. Dr. Diógenes de Souza Bido
Dez 2005
Resumo
Em resumo, este Trabalho de Graduação Interdisciplinar busca mostrar a relação entre Investidores em Empresas de Capital de Risco e Empreendedores, avaliando se há benefícios aos Empreendedores, proporcionados por esta parceria.
O foco principal foi apontar se investimentos feitos por estes tipos de empresas causam impactos (melhorias) na performance financeira empresarial.
Esta pesquisa se deu através de análises de performance financeira e avaliação das informações disponíveis pela área Institucional de duas empresas que possuem investimentos de Empresas de Capital de Risco ( Privety Equity ): Natura Cosméticos e Gol.
E como resultado obtido, verificou-se que tal parceria realmente apresenta resultados satisfatórios ( benefícios financeiros ) para os Empreendedores. Esta conclusão foi buscada através de cálculos dos principais índices financeiros e respostas a importantes perguntas.
Opções de crédito para Micro e Pequenos Empreendedores: Reflexões para além das taxas de juros
Fabiano Mattos Cruz
Luciana Bomfim
Mariana Zorzenon de Zorzi
Rodrigo Claro
Rosemeire Cavalheiro
Orientadora: Profa.: Dra. Andréa Leite Rodrigues
DEZ 2006
Resumo
Este trabalho procura explorar a relação entre empreendedor e crédito, partindo do levantamento de quão conhecedores os empreendedores são a respeito de acesso e uso de linhas de crédito. Concomitantemente, procura explorar pela perspectiva do concessor de crédito, quais são os principais fatores que implicam na concessão ou não de credito aos empreendedores. Para tanto, foi realizada uma pesquisa de cunho exploratório e descritivo, na qual foram entrevistados em profundidade sete empreendedores típicos que aderiram à Incubadora de Empresas do Município de Santana de Parnaíba, o coordenador desta incubadora e dois gerentes, sendo um de banco público e outro de banco privado, utilizando para fins de analise métodos qualitativos. Os resultados apontam, se limitando ao grupo estudado, que os empreendedores não são familiarizados com credito, apresentando elevado grau de aversão, principalmente pela exigência de garantias, juros e burocracia e que, embora a expressiva significância numérica da micro e pequena empresa, esta não é foco da atenção dos agentes financeiros, fato este explicado pela baixa rentabilidade no curto prazo. Isto posto, pode se inferir que existem outros fatores tão ou mais relevantes que a taxa de juros, e que esta não esgota as explicações sobre as dificuldades de acesso ao crédito enfrentadas pelos micros e pequenos empreendedores.
Palavras-chave: empreendedor, crédito, micro e pequena empresa.
Influência dos estilos de liderança no empreendedorismo corporativo nas empresas desenvolvedoras de software de Barueri
Cristiano Mair Bonassi
Flávio Aliberti
Gustavo Gonçalves de Camargo Proença
Tiago Pereira Malheiro
Orientador: Prof. Ms. Givan Furtuoso da Silva
Jun 2007
Resumo
Este trabalho de conclusão de curso trata da relação entre o estilo de liderança e a sua influência na capacidade de desenvolver o empreendedorismo corporativo em empresas de desenvolvimento de softwares na região de Barueri. A pesquisa que lhe deu suporte utilizou se de amostra probabilística aleatória, composta por líderes e seus subordinados em 13 empresas fisicamente localizadas na região. Para o tratamento dos dados foram aplicadas técnicas de estatística descritiva. Os resultados revelados são: entre as empresas da amostra,os estilos de liderança “determinar” e “delegar” não foram encontrados como estilos primários dos líderes, sendo predominantes os estilos intermediários, “persuadir” e “compartilhar”. Verificou-se na amostra que a capacidade empreendedora dos colaboradores é elevada, acreditando-se na existência da influência dos estilos de liderança apresentados pelo líder. Evidenciou-se que as empresas da amostra apresentaram pela percepção dos funcionários e líderes, preocupação com as práticas e políticas bem definidas para o fomento do empreendedorismo corporativo.
Palavras-chave: empreendedorismo corporativo; liderança; atitudes empreendedoras
A influência do microcrédito no desenvolvimento da pequena empresa
Elaine Estevan Nunes
Joelma dos Santos
Kelly Araújo de Brito
Verônica de Sousa Gomes
Orientadora: Profª. Dra. Cristiana Checchia Saito
JUN 2007
Resumo
O objetivo do estudo é descrever os principais conceitos de Microcrédito Produtivo Orientado (MPO) e traçar comparação com o Microcrédito Convencional, assim como estabelecer suas influências na gestão e planejamento do micro-negócio. Adicionalmente elaborou-se, um estudo dos impactos potencialmente causados pelo microcrédito na sociedade, através da geração de emprego e renda, combate à pobreza, diminuição de exclusão social e democratização do acesso ao crédito. Os procedimentos metodológicos para o trabalho de campo focaram numa análise quantitativa de resultados financeiros, comparando-os antes e depois da tomada de crédito. A amostra foi composta por 6 estabelecimentos de um mesmo setor de atividade, tal que 3 contraíram microcrédito produtivo orientado e 3 obtiveram microcrédito convencional. Foram utilizados, para a análise, os indicadores Receita Operacional, Renda Familiar, Margem de Contribuição e, por fim, o Resultado Operacional. Os principais achados da pesquisa são de que há, na teoria, uma diferença importante entre Microcrédito Produtivo Orientado e Microcrédito Convencional, que poderia impactar positivamente na gestão e, consequentemente, nos resultados do micronegócio. Empiricamente, contudo, verifica-se o não exercício da orientação e assessoramento ao pequeno empreendedor no período de vigência do contrato, peculiaridade fundamental do Microcrédito Produtivo Orientado. Da mesma forma, não se observa, ao longo do tempo, melhora significativa nos resultados dos tomadores de MPO, nem o potencial impacto positivo sobre as comunidades que os cercam.
Palavras-chave: Microcrédito Produtivo Orientado, Empreendedor, Análise Financeira, Resultado Operacional, Gestão e Planejamento.
Atitude empreendedora: Mulheres ganhando espaço em incubadoras no setor de tecnologia
Ângela Furlan
Karina Roxo
Mariana Macedo
Marina Soares
Orientadora:
JUN 2007
Resumo
Este trabalho tem o objetivo de identificar se o ingresso de mulheres em incubadoras tecnológicas está relacionado à sua atitude empreendedora. A pesquisa exploratória permitiu entender o fenômeno e descobrir idéias e dados de forma flexível, através do método qualitativo. Esta pesquisa elegeu a entrevista e para tanto, foi elaborado um roteiro aberto que contemplou as principais variáveis de investigação que norteou a coleta de dados. A coleta de dados foi realizada pessoalmente, através de entrevistas no próprio CIETEC, com a amostra composta de seis mulheres líderes de projetos. Os dados foram tratados à luz da análise de conteúdo e elegeram-se grupos de respostas em categorias. Os resultados da pesquisa revelaram que: a maioria das entrevistadas tem entre 40 e 50 anos; todas são formadas; o trabalho profissional antes da incubadora é uma realidade para a maioria delas; cada entrevistada teve uma motivação diferente para empreender, desde uma oportunidade até o desejo de tornar realidade um projeto já existente; as principais influências recebidas foram derivadas da família e amigos; no quesito preconceito, todas acreditam que hoje em dia é inexistente ou muito menos intenso se comparado com antigamente; são diversas as motivações, de acordo com as entrevistadas, para ingresso no setor tecnológico, tais como: gosto, diversão e desafio; para se obter diferenciação no setor tecnológico, a pesquisa e a inovação são fundamentais; todas as entrevistadas reconhecem o incentivo das incubadoras, tais como apoio, amparo e credibilidade. A pesquisa realizada demonstrou que determinadas atitudes, eleitas como as mais importantes para empreender, realmente influenciam no ingresso de mulheres no setor tecnológico. Algumas características como coragem, otimismo, equilíbrio e autoconfiança podem auxiliar a lidar nos momentos de dificuldades.
Palavras-chave: gênero; atitude empreendedora; incubadora tecnológica.
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